Uma conversa de artista para artista
Para sua vida artística
voltar a andar.
Você gosta de fazer música, mas sente que sua vida artística tá parada? Então quero conversar com você.
Sou artista, produtor musical e educador. Eu também vivo os desafios de quem faz música. E meu trabalho é criar soluções pra ajudar outros artistas a produzir suas músicas e fazer esse trabalho chegar às pessoas.
Essa conversa é pra quem tá travado, desanimado ou já nem acredita muito na própria música. Pra quem olha pra arte e pro mercado e pensa: “Tanto faz”. Aquela pessoa que, artisticamente, já tá respirando por aparelhos.
Ficar nesse estado é ruim demais. Porque a vontade de fazer música não vem só de querer ganhar dinheiro, encontrar uma oportunidade ou mudar de vida.
Tem uma vontade que vem de dentro. Fazer música é uma necessidade humana.
Quando você deixa essa necessidade de lado por muito tempo, a frustração vai se acumulando. Passam os anos, às vezes décadas, e isso começa a pesar na sua cabeça.
Tem muita gente que gosta de música, queria colher algum fruto desse trabalho, mas não consegue. E acaba ficando cada vez mais triste, mais desanimada.
Por isso, essa conversa vai além de resolver os problemas práticos da sua música. É também sobre encontrar um jeito de lidar com esse desejo artístico sem sofrer tanto com ele.
Mesmo que o sucesso que você espera ainda não venha, pelo menos que sua música não vire uma fonte de tanta frustração. Certo?
É isso que me motiva a ter esse papo com você.
Por que eu criei esse combo
Foi pensando nisso que eu criei o Combo do Sucesso Musical. Ele reúne cursos e ferramentas pra ajudar você a produzir suas músicas, criar seus videoclipes, distribuir e divulgar seu trabalho.
Quero te mostrar por que montei esse combo e por que acredito que vale a pena investir nele.
Claro que você pode pensar: “Mas é você que vende esses produtos”. E é verdade. Eu crio essas soluções e ganho dinheiro com elas.
Mas me dá um voto de confiança: eu também sou artista. Vivo os mesmos dramas. E é justamente por passar por eles que começo a procurar soluções pra mim.
Depois, essas soluções acabam ajudando outros artistas também. O Combo do Sucesso Musical nasceu assim.
Eu pensei nesse combo pra resolver um problema que vejo em 99,9% dos artistas independentes que encontro. Principalmente quem tem 30, 40, 50 anos ou mais e já não tá tão ativo ou tão por dentro do mercado musical.
O problema é este: a pessoa desenvolve muito um tipo de habilidade e deixa outro de lado. Eu chamo esses dois lados de habilidades técnicas e habilidades estratégicas.
Pra isso ficar mais claro, deixa eu explicar uma coisa antes.
Fazer a música é só uma parte do caminho
Quando a gente faz música, geralmente quer duas coisas. A primeira é realizar algo nosso: colocar uma ideia no mundo, expressar uma emoção, sentir que criou alguma coisa.
A segunda é compartilhar isso. Fazer outras pessoas ouvirem, gostarem e sentirem com a gente aquelas emoções, aquelas ideias.
Quando essas duas coisas acontecem, você faz o que eu chamo de completar o ciclo artístico.
Você cria a música, produz e consegue levar esse trabalho até outras pessoas. Aí o ciclo se fecha.
Só que a maioria dos artistas não chega até o fim desse caminho. Faz a música, às vezes consegue distribuir e lançar, mas não consegue fazer as pessoas ouvirem.
Isso frustra demais. O cara desanima, dá uma pausa e fica um tempão sem fazer nada. Até aquela frustração passar um pouco e ele criar coragem pra tentar de novo: produzir outra música, fazer outro lançamento.
Por isso, conseguir fechar esse ciclo e sentir alguma satisfação é tão importante. É o combustível pra continuar produzindo, lançando e conquistando público.
Pra chegar lá, você precisa cuidar de duas etapas: primeiro, produzir seu material. Depois, fazer esse material chegar às pessoas.
Os dois lados que precisam andar juntos
É aqui que entram as duas frentes de que falei: a técnica e a estratégica.
A parte técnica é tudo que você precisa saber de música, áudio e vídeo pra tirar sua ideia da cabeça e ter o material pronto na mão.
A parte estratégica é o que você faz pra esse material ser encontrado. Colocar sua música nas plataformas, entender como alcançar mais gente, trabalhar com os algoritmos e buscar uma chance de viralizar.
É também saber se comunicar nas redes sociais pra que as pessoas descubram você e se conectem com sua música.
Eu vejo dois perfis de artista: quem se apega mais à parte técnica e quem se apega mais à parte estratégica.
Nos meus cursos, encontro muito mais gente do primeiro perfil. Talvez você também seja assim.
É aquele compositor que ama criar. Que gosta de colocar uma emoção ou uma reflexão no papel. O artista mais ligado à obra, que quer transformar uma ideia em música e ter aquilo pronto.
Eu percebo isso pelo que essas pessoas procuram: “Como eu produzo minha música em casa? Como faço música com IA? Como crio meu videoclipe com IA?”.
São esses os cursos e as ferramentas que mais chamam a atenção de quem tem esse perfil.
O problema é que, muitas vezes, a pessoa não dá a mesma atenção ao que vem depois. Não entende a importância da divulgação ou não consegue se envolver com ela.
E são justamente essas outras habilidades que ajudam a fechar o ciclo e fazer a música chegar ao público.
Aí vem aquela frustração: lança, lança, lança… e não consegue atenção. O projeto não cresce.
Do outro lado, tem o artista que pensa mais em alcance. Ele se apega menos à obra e fica mais preocupado em acertar um hit.
Quer números, audiência, reconhecimento, fama. Dá muita atenção à estratégia, mas acaba deixando de lado as habilidades necessárias pra criar uma música boa, um produto bom.
No fim, os dois cometem o mesmo erro: cuidam muito de um lado e esquecem o outro.
Um fica tão focado na obra que não consegue levá-la às pessoas. O outro pensa tanto em divulgação que não cuida o suficiente do que vai divulgar.
Assim, os dois têm dificuldade de fechar o ciclo artístico.
O combo foi pensado pra equilibrar isso
Agora fica mais fácil entender por que esse combo é importante.
Eu montei essa combinação de produtos pra ajudar você a desenvolver os dois lados. Pra sua música ficar boa e seu projeto conseguir andar.
Se você é mais focado na obra, vai encontrar produtos pra melhorar sua produção. Mas também vai ter orientação pra trabalhar a parte estratégica e chamar a atenção pro que faz.
Se você pensa mais em viralizar e alcançar muita gente, também vai encontrar ajuda pra isso. Só que vai poder cuidar melhor da música e do material que entrega.
Porque, sem um produto bem pensado e bem feito, é difícil crescer só com comunicação e divulgação. Uma coisa depende da outra.
A obra depende da divulgação. A divulgação depende da obra.
O Combo do Sucesso Musical
Olha tudo que você leva:
- Home Vocal ProProdução completa de vocais em casa: captação, edição, afinação e mixagem.
- Template de Mix e Master com IAProjeto aberto para você importar seus stems e acelerar sua Mix e Master.
- Meu Clipe com IAAprenda a produzir videoclipes profissionais usando Inteligência Artificial.
- Upload Musical ExpressProteja sua obra, distribua nas principais plataformas e potencialize seus direitos e royalties.
- Trilha da Produção MusicalEstratégia para produzir, planejar lançamentos, divulgar e conquistar público na internet.
- InovaSOMCurso completo para produzir músicas com IA de forma profissional.
Quando a oportunidade vira uma trava
Agora, tem uma coisa que eu percebo em muita gente que tá parada artisticamente: até quando aparece uma oportunidade, a pessoa tem dificuldade de agir.
Algo que poderia dar aquele empurrão pra começar acaba causando o contrário. Em vez de animar, trava.
Por quê? Porque o artista já se acostumou tanto com o desânimo que criou uma zona de conforto ali.
Ou fica reclamando que nada dá certo, ou continua esperando que um dia lance uma música e alguém o descubra.
No fundo, sair desse lugar dá trabalho. E a pessoa não quer sair.
Quando aparece uma solução, ela percebe que tá apegada ao próprio problema. Porque, se existe um caminho pra resolver, vai ter que se mexer.
Eu sei que mudar não é fácil. Começar a se mover depois de tanto tempo parado exige esforço.
Mas o nome já diz: zona de conforto. Você pode até se sentir confortável aí. Só que, se não fizer esse esforço pra começar a caminhar, ficar parado é justamente o que vai te afundar.
Eu acho que não é só uma questão de grana
Pelo preço desse combo, tem artista que poderia gastar 10, 20 vezes esse valor e, mesmo assim, tem dificuldade de investir na própria música.
Por isso, eu acho que, muitas vezes, a trava não tá na grana. Tá num jeito de pensar que a pessoa repete há tanto tempo que virou hábito.
O hábito de não valorizar a própria música, a própria arte, o próprio objetivo.
De tratar a arte como algo sempre secundário. Como uma coisa que você não quer, ou acha que não pode, levar muito a sério.
Às vezes, dá até medo de se dedicar. Porque, se as pessoas perceberem que você tá levando aquilo a sério, parece que vai ter que mostrar um resultado, dar alguma satisfação.
Também tem aquele pensamento: “Investir na minha arte não vale a pena. Tudo que eu gasto é perdido, porque nada volta”.
Aí qualquer investimento na música vira só um gasto na sua cabeça.
São esses hábitos de pensamento que acabam bloqueando a gente. Fazem a gente deixar de agir pelo próprio sonho.
Aquele sonho que começou lá atrás
Pra fechar essa ideia, o maior estrago que eu vejo é a pessoa acabar seguindo o ritmo de quem já não sonha.
Olha em volta: muita gente só trabalha, paga as contas, cuida da família e pronto. Fora do trabalho e das obrigações, já não tem algo grande que queira realizar. Um sonho pra correr atrás.
Uma das coisas boas de ser artista, compositor, músico, cantor ou instrumentista é ter esse sonho vivo.
E eu tenho certeza de que, pra muita gente, ele começou cedo. Quando era criança, adolescente, ainda jovem.
Só que a vida adulta vai chegando e a gente começa a abrir mão dessas coisas. Vai ficando mais duro, mais amargo.
Aquele entusiasmo, aquela esperança, aquela vontade de fazer algo que a gente tinha quando era mais novo… a vida vai podando.
É como uma árvore que vai secando por dentro.
Eu sei que esse papo ficou meio filosófico. Mas acredito mesmo que fazer alguma coisa pela sua música, nem que seja aos pouquinhos, tem um valor que vai muito além de acertar um hit ou fazer sucesso.
Eu sei que o tempo é curto. Que todo mundo tem outras coisas pra fazer. Mas cada pequeno passo pela sua arte ajuda a manter viva aquela criança, aquele jovem que você foi.
Ajuda a manter acesa uma chama que acompanha você na vida adulta e lá na frente, quando estiver mais velho também.
É quase uma fisioterapia musical
É assim que eu vejo esse combo e meu trabalho como artista, produtor e educador. Como um jeito de ajudar outros artistas a sair desses bloqueios.
Porque, no fim, não tem um grande segredo. Você precisa fazer sua música, produzir bem, resolver a parte técnica, montar uma estrutura de divulgação e começar a botar a boca no mundo.
Falando assim, parece simples. Só que muita gente não consegue dar esses passos por causa das travas de que a gente conversou.
Por isso, eu vejo meu trabalho como algo que vai além de ensinar uma técnica ou passar uma informação.
Tem também esse lado de conversar, de ajudar a pessoa a destravar a cabeça. Quase como um trabalho de terapia, sabe?
De ajudar aquele artista que se sente meio de fora da vida musical a voltar a se mover. A voltar a caminhar.
É por isso que eu chamo de fisioterapia musical.
Essa é a minha proposta com o combo: fisioterapia musical.
Se você tá todo travado musicalmente, pensa nesses produtos como os aparelhos de uma academia. Você vai usar cada um deles pra exercitar uma habilidade.
Pra recuperar seus movimentos como artista. Pra fazer sua vida artística voltar a andar.
E, meu irmão, se mesmo depois dessa conversa você não quiser dar esse passo, aí complica. Pra sair dessa vida de zumbi artístico, em algum momento você vai precisar se mexer.
Beleza?
Tamo junto.